Workshop
Debate entre agricultores, pesquisadores, técnicos e instituições.
Um posicionamento coletivo que reconhece o Sistema Plantio Direto, aplicado em sua plenitude, como fundamento técnico, histórico e prático da Agricultura Regenerativa.
A Carta de Brasília foi construída a partir do Workshop realizado durante o 20º Encontro Nacional do Sistema Plantio Direto e o 3º Encontro Mundial do Sistema Plantio Direto, cujo tema central foi “Sistema Plantio Direto: base para a Agricultura Regenerativa”. Inspirado e instigado pelas reflexões de John Landers, o debate reuniu agricultores, pesquisadores, técnicos e representantes de instituições brasileiras e internacionais vinculadas ao Sistema Plantio Direto e à Agricultura Conservacionista.
As contribuições apresentadas durante o Workshop foram posteriormente compiladas, organizadas e submetidas a sucessivas rodadas de análise, complementação e validação pelas entidades participantes. Desse processo coletivo resultou um posicionamento comum, respaldado por instituições de pesquisa, organizações do setor produtivo, universidades e entidades nacionais e internacionais.
A Carta tem como objetivo contribuir para uma compreensão mais clara, científica e sistêmica da Agricultura Regenerativa, reconhecendo o Sistema Plantio Direto, quando aplicado em sua plenitude, como seu fundamento técnico, histórico e prático. O documento reafirma o solo como sistema vivo e principal patrimônio produtivo do agricultor, integra produção, conservação ambiental, geração de valor e responsabilidade social e reforça que os resultados da regeneração devem ser acompanhados por indicadores científicos, mensuráveis, acessíveis e adaptáveis às diferentes realidades.
Mais do que propor uma definição, a Carta de Brasília expressa um compromisso coletivo com uma agricultura que conserve o que funciona, recupere o que foi degradado, fortaleça os agroecossistemas e concilie produtividade, rentabilidade, autonomia, resiliência, biodiversidade, conservação da água e saúde do solo, das plantas, dos animais, das pessoas e do planeta.
A Carta está disponível para leitura e download. Pessoas físicas e entidades que se reconheçam em seus princípios também poderão formalizar seu apoio, ampliando a rede de vozes comprometidas com a promoção e a valorização de uma agricultura capaz de produzir, conservar, regenerar e gerar valor — tanto tangível quanto intangível — para as gerações presentes e futuras.
A Carta é resultado de um processo colaborativo, com participação, organização técnica e validação institucional.
Debate entre agricultores, pesquisadores, técnicos e instituições.
Organização das contribuições e dos pontos de convergência.
Rodadas sucessivas de análise, complementação e revisão.
Consolidação de uma compreensão científica e sistêmica comum.
A Carta integra desempenho produtivo, conservação dos recursos naturais, responsabilidade social e geração de valor.
Principal patrimônio produtivo do agricultor e base para a saúde das plantas, dos animais, das pessoas e do planeta.
Fundamento técnico, histórico e prático da Agricultura Regenerativa quando aplicado em sua plenitude.
Indicadores mensuráveis, acessíveis e adaptáveis devem acompanhar e demonstrar os resultados da regeneração.
Proteção da água, biodiversidade, saúde do solo e fortalecimento dos agroecossistemas.
Produtividade, rentabilidade, autonomia e resiliência devem avançar de forma integrada.
Integração entre agricultores, pesquisa, assistência técnica, universidades, setor produtivo e sociedade.
Conheça na íntegra os fundamentos, compromissos e diretrizes construídos coletivamente para a Agricultura Regenerativa.