Mínimo revolvimento
Conservar a estrutura do solo e reduzir intervenções desnecessárias no sistema.
Ciência, experiência e cooperação para construir sistemas agrícolas vivos.
Na Fazenda Imbuia, em Curitibanos (SC), agricultores, pesquisadores, estudantes e parceiros observam o solo, experimentam práticas de manejo e compartilham aprendizados em condições reais de produção.
O Laboratório Vivo apoia a transição do Plantio Direto para o Sistema Plantio Direto, conectando mínimo revolvimento, cobertura permanente do solo, diversificação de espécies e uma leitura integrada dos aspectos químicos, físicos e biológicos do solo.
O Laboratório Vivo Fazenda Imbuia nasce da cooperação com a Família Tagliari, que disponibilizou aproximadamente sete hectares para experimentação e demonstração.
Com a participação da UFSC, da FEBRAPDP, do Polo de Tecnologia e Inovação Araucária e de outros parceiros, a área se constitui como espaço permanente de pesquisa, formação e diálogo sobre conservação e saúde do solo no Planalto Catarinense.
Aqui, a experiência de quem produz encontra o conhecimento científico. As perguntas surgem da realidade do campo; as práticas são acompanhadas ao longo do tempo; e os resultados ajudam a orientar novas decisões de manejo.
Pesquisa e formação conectadas às condições reais de solo, clima e sistemas produtivos da região.
Os experimentos e atividades do Laboratório Vivo conectam manejo, estrutura, água, raízes, biodiversidade e funcionamento do solo.
Conservar a estrutura do solo e reduzir intervenções desnecessárias no sistema.
Manter o solo protegido e biologicamente ativo com palhada e plantas vivas.
Ampliar a diversidade de espécies e as possibilidades de rotação nos sistemas produtivos.
Relacionar aspectos químicos, físicos e biológicos para compreender melhor o funcionamento do solo.
Linhas de trabalho que aproximam perguntas do campo, conhecimento científico e decisões práticas de manejo.
As primeiras parcelas com espécies e misturas de plantas de cobertura foram implantadas em maio de 2026, em parceria com a Raíx BioSoluções. A área permite acompanhar o desenvolvimento das plantas, a formação da cobertura e suas relações com o funcionamento do solo, gerando aprendizados para o manejo nas condições do Planalto Catarinense.
Coordenação: Prof. Djalma Eugênio Schmitt, do Curso de Agronomia e do Programa de Pós-Graduação em Ecossistemas Agrícolas e Naturais da Universidade Federal de Santa Catarina, Campus de Curitibanos, e coordenador do Grupo de Estudos de Solos em Ecossistemas de Altitude (GESEA).
O projeto aproxima a observação do solo das decisões de quem produz ou atua no campo. No 1º Dia de Campo, o Passaporte de Leitura do Solo e do Manejo conduzirá os participantes desde a identificação de um desafio em sua realidade até a interpretação do que observarem no painel e nas estações.
Ao relacionar cobertura, estrutura, infiltração de água, raízes, biodiversidade e manejo, cada pessoa será convidada a definir uma ação que possa testar, iniciar ou adaptar em sua propriedade ou atuação profissional. As dúvidas e percepções registradas também poderão orientar as próximas atividades do Laboratório Vivo.
Coordenação: Profa. Marie Luise Carolina Bartz, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Ecossistemas Agrícolas e Naturais (PPGEAN) e ao Núcleo de Ecologia e Ecotoxicologia do Solo (NECOTOX), da Universidade Federal de Santa Catarina, Campus de Curitibanos.
Equipe: Profa. Julia Niemeyer, Guilherme Alves Ramos (doutorando PPGEAN).
Acesse os canais das instituições, grupos e programas envolvidos nos projetos do Laboratório Vivo.
Um dia para observar evidências no campo, conectar pesquisa e prática e transformar aprendizado em decisões de manejo.
O primeiro Dia de Campo apresenta o Laboratório Vivo à comunidade regional. Pela manhã, um painel e um debate reúnem perspectivas sobre estrutura do solo, plantas de cobertura e experiência do agricultor. À tarde, os participantes circulam por três estações práticas:
Trincheira para observar raízes, agregação, porosidade, compactação, umidade, palhada e organismos do solo.
Experimentos da Agronomia da UFSC apresentam perguntas, tratamentos, aprendizados e aplicações possíveis.
Parcelas mostram misturas de cobertura, critérios de escolha, épocas de semeadura e inserção nos sistemas.
A atividade termina com uma síntese coletiva das evidências observadas e das decisões de manejo que elas podem orientar.
Ver programação e inscriçãoO Laboratório Vivo está inserido em ambiente real de produção no Planalto Catarinense.
Utilize as coordenadas abaixo ou abra a rota diretamente no Google Maps.
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O Laboratório Vivo está aberto à cooperação com agricultores, instituições de ensino e pesquisa, assistência técnica, cooperativas, empresas e organizações interessadas em construir conhecimento aplicável à realidade regional.
Há espaço para contribuir com perguntas de pesquisa, acompanhar experimentos, apoiar atividades de formação e ajudar a compartilhar os aprendizados. Conte-nos como gostaria de participar.